quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Boas Vindas.

Olá pessoal,

estamos iniciando mais um ano letivo e gostaria de apresentá-los a nossa nova página, aqui iremos compartilhar ideias e conhecimentos, espero que gostem do que vão encontrar por aqui.

Agora vou deixá-los a vontade para explorarem as postagens.


Abraço a todos.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

O Papel dos Escravos na Produção do Açúcar



De fato, nas centenas de anos do Brasil colonial, índios e, principalmente, africanos trabalharam muito. Eles deram inicio a tudo o que existe atualmente em nossa terra.


O trabalho em geral feito nos engenhos de açúcar era feitos por escravos, desde a plantação a colheita da cana de açúcar, na separação do bagaço, no comando da fabricação da rapadura, na embalagem dos produtos, no transporte e na comercialização do açúcar.
Durante séculos, as principais atividades existentes na colônia eram desenvolvidas nos engenhos de açúcar, porem para que o açúcar fosse desenvolvido no Brasil, os portugueses precisavam passar a morar na America Portuguesa, formar povoados, criar fazendas, construir engenhos para fabricar açúcar, já que existia terra em abundancia. O problema era derrubar a mata, ter trabalhadores suficientes e permanentes para plantar, cortar e transformar a cana em açúcar.


Alguns colonos possuíam poucas terras,poucos escravos e pequenas plantações.Não tinham como industrializar a cana.Mas outros,bem mais ricos,alem de adquirirem grandes extensões de terras e comprassem inúmeros escravos,tinham dinheiro suficiente para mandar construir o engenho.Os colonos pobres,no momento da colheita,levavam a cana para os engenhos,dando uma parte do açúcar produzido como pagamento pelo uso dos equipamentos.

O engenho era formado por um conjunto de edificações, em geral próximas umas das outras. Ali a cana -matéria prima- seria transformada no produto a ser comercializado: o açúcar. Inicialmente, a palavra engenho designava apenas as instalações onde se dava o trabalho com a cana. Com o passar do tempo,passou a designar toda a propriedade açucareira,com os edifícios,as terras e as lavouras.
A casa-grande, residência do proprietário, servia ao mesmo tempo como fortaleza, moradia e escritório. De lá, o senhor de engenho administrava a sua propriedade. Os escravos,por outro lado dividiam entre si as péssimas condições higiênicas de um grande galpão chamado senzala,onde descansavam nas poucas horas de repouso.
Nos engenhos de açúcar, a cana era plantada em grandes propriedades. Começava-se pela derrubada da floresta e pela limpeza e preparo do solo, aonde iria se plantar a cana. Não havia a preocupação pela a preservação, pela melhoria ou pela recuperação do solo. Não era utilizada adubação.
Quando uma área de terra não produzia satisfatoriamente, era abandonada e fazia-se nova derrubada de mata. Não havia problema para isso,pois existia muita terra disponível.
Para o cultivo da cana e produção do açúcar era também necessário conseguir trabalhadores em grande quantidade. Como os colonizadores não queriam pagar salários, pois assim gastariam menos com a produção de açúcar e seu lucro seria maior, a solução encontrada foi o trabalho escravo. Os escravos africanos já eram muito usados na Europa. Os traficantes,que ganhavam muito dinheiro com o comercio de escravos,viam na utilização do trabalho escravo uma maneira de aumentar as suas vendas e seus lucros.Portanto,o emprego de escravos africanos dava lucro tanto aos colonizadores quanto aos traficantes.


Produção de açúcar: Um processo basicamente manual, mas complexo.

No momento certo, a cana era cortada, carregada em carros de boi e transportada para a moenda, onde era esmagada. A moenda podia ser movida por força humana, tração animal ou por água de rio. Era composta de grossos rolos de madeira que giravam,esmagando a cana colocada entre eles.
O caldo era levado para a caldeira, onde fervia ate ficar bem grosso, como uma pasta. Essa pasta era transferida para a casa de purgar, em moldes de barro com um formato aproximado de um cone, com um buraco no fundo. Nesses moldes,descansava por vários dias,ate que quase todo o liquido escorresse pelo furo.O açúcar tomava então o aspecto de um pão seco e duro.Os pães de açúcar eram enviados à Europa,onde o produto era refinado e vendido aos consumidores.
(Todo o trabalho mencionado era feito exclusivamente pelos escravos, com exceções apenas do envio do açúcar para a Europa, o seu refinamento e a venda para os consumidores na Europa.)

A economia Colonial.

A base da economia era o engenho de açúcar. O senhor de engenho era um fazendeiro proprietário da unidade de produção de açúcar. Utilizava a mão-de-obra africana escrava e tinha como objetivo principal a venda do açúcar para o mercado europeu.
As plantações ocorriam no sistema de plantation, ou seja, eram grandes fazendas produtoras de um único produto, utilizando a mão-de-obra escrava visando o comercio exterior.
O Pacto Colonial imposto por Portugal estabelecia que o Brasil só pudesse fazer comercio com a metrópole.


Links:

http://palma1.no.sapo.pt/acucarbr.htm
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/brasil-colonia/sociedade-acucareira-no-brasil-colonial.php
http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil_Col%C3%B4nia
ALUNO:
Lissandra
Andréia
Otaviano
Gabriel

A Sociedade Mineradora

Desta estrutura social diferenciada faziam parte os setores mais ricos da população - chamados "grandes" da sociedade - mineradores, fazendeiros, comerciantes e altos funcionários, encarregados da administração das Minas e indicados diretamente pela Metrópole.
Por outro lado, crescia na capitania real o número de indivíduos sujeitos às ocupações incertas. Vivendo na pobreza, na promiscuidade e muitas vezes no crime, não tinham posição definida na sociedade mineradora. Esta camada causava constante inquietação aos governantes. Ela era geralmente composta por homens livres: alguns brancos, mestiços ou escravos que haviam conseguido alforria.
O Estado, percebendo a necessidade de agir junto a essa população incapaz de prover seu próprio sustento, associou a repressão à "utilidade". O encargo que eventualmente representava transformava-se, através do castigo, em trabalhos diversos e, conseqüentemente, em "utilidade".
Esta população, entendida como de "vadios", recrutada à força ou em troca de alimento, foi utilizada em tarefas que não podiam ser executadas pelos escravos, necessários ao trabalho da empresa mineradora. Era freqüente a ocupação destes que eram vistos como desclassificados sociais na construção de obras públicas como presídios, Casa da Câmara, entre outras. Também compuseram corpos de guarda e de polícia privada dos "Grandes" da sociedade mineradora, ou ainda empregavam-se como capitães-do-mato. Em outras situações, como na disputa pela posse da Colônia do Sacramento, participaram dos grupos militares que guardavam as fronteiras do Sul.

Os escravos, ali como de resto em toda a Colônia, representavam a força de trabalho sobre a qual repousava a vida econômica da real capitania das Minas Gerais. Vivendo mal-alimentados, sujeitos a castigos e atos violentos, constituíam a parcela mais numerosa da população daquela região. Isto gerava uma constante preocupação para as autoridades já que, apesar da repressão cruel, não eram raras as tentativas de levantes escravos e a formação de quilombos, como o do Ambrósio e o Quilombo Grande. A destruição de ambos, em 1746 e 1759 respectivamente, não impediu que ocorressem outras fugas e a formação de novos quilombos.
ALUNOS:
Ana Carolina
Pedro
Matheus

terça-feira, 28 de setembro de 2010

O trabalho escravo africano na América Portuguesa

Como e onde os escravos da América Portuguesa trabalhavam e viviam ?
Quais eram os ofícios exercidos ?



Os portugueses mantinham relações de comércio com os povos africanos , e foi nessas relações que os portugueses começaram a negociar escravos para trabalhar em sua nova colônia : o Brasil .No inicio, eles trabalhavam na produção açucareira,ficando a maior parte de seu tempo trabalhando no engenho, que possuía as seguintes construções:
-Casa grande : onde morava o senhor do engenho e sua família e é a sede do latifúndio
-Moradia:onde moravam os trabalhadores livres do engenho
-Casa de purgar: onde a garapa ficava fermentando para se tornar açúcar
-Caldeira: onde a garapa era fervida
-Moenda: onde a cana era moída para obter o caldo
-Senzala: local onde ficavam escravos africanos que eram a principal mão de obra do engenho.






A maior parte do que era produzido ia para Portugal, pois a função da colônia era exatamente enriquecer a metrópole.A economia era baseada na produção açucareira, mas depois , com a descoberta de minas nas atuais regiões Sudeste e Centro-oeste , os escravos começaram a exercer uma nova função : explorar riquezas encontradas no solo.Assim, começaram a exercer técnicas de exploração, como a mineração, lavras e faiscação.
-Mineração : técnica em que buscamos ouro de aluvião ( pepitas misturadas aos cascalhos e areias ou depositadas no fundo dos rios sendo de fácil extração)
-Lavras : Exploração do ouro presente nas encostas de morros e barrancos que exigiam investimentos de maior vulto ( mais trabalhadores )
-Faiscação : Pequena extração realizada por poucos indivíduos e que empregava poucos instrumentos .



Além da produção açucareira e da mineração , os escravos desempenhavam várias outras atividades, como : sapateiros, barbeiros, alfaiates, ferreiros, padeiros, carpinteiros, marceneiros, escultores, músicos, pintores, seleiros, paneleiros, latoeiros, boticários, carregadores, estivadores, pescadores, barqueiros, marinheiros , soldados, capitães-do-mato, caixeiros, escrivães de cartório, enfermeiros , chapeleiros, vendedores de todo tipo , cozinheiros , doceiras, amas de leite e prostitutas , entre uma infinidade de outras ocupações .




As mulheres negras também sofreram muito com a escravidão, embora os senhores de engenho utilizassem esta mão-de-obra, principalmente, para trabalhos domésticos. Cozinheiras, arrumadeiras e até mesmo amas de leite foram comuns naqueles tempos da colônia.
Na agricultura, muitos escravos foram utilizados também no cultivo de tabaco, algodão e café, por exemplo.
Os escravos domésticos - como indica o próprio nome - trabalhavam nas casas de seus senhores, realizando serviços como cozinhar e costurar. Existiram ainda casos de escravos que prestavam serviços remunerados e deveriam pagar parcela de sua renda ao seu proprietário, os chamados “escravos ao ganho”, além de escravos que eram alugados pelos seus senhores para desenvolver algum ofício (pedreiro, carpinteiro, cozinheiro, ama de leite) a um terceiro, sendo assim “escravos de aluguel”. Estes dois últimos tipos de escravos desenvolviam suas tarefas geralmente nos espaços urbanos.




FONTE:

ALUNOS:

Ana Cláudia
Fábio
Eduardo
Otávio

A ESCRAVIZAÇÃO DOS NATIVOS NA AMÉRICA PORTUGUESA


Os índios ficaram encantados com as bugigangas que os portugueses trouxeram, mas isso não queria dizer que eles eram ingênuos, eles só ficaram fascinados com as coisas que se quer havuiam visto na vida. A relação a princípio foi amigável e a colônia era um lugar de exploração, aventura. Portugal estava enfrentado uma crise econômica e viram no Brasil uma fonte de recursos ilimitados que levantaria Portugal. Cada vez mais foram forçando a mão-de-obra indígena e isso foi tornando a relaçãos dos brancos e dos nativos em conflito.
Os índios sofreram violência cultural, epidemias e mortes. Eles eram difíceis de escravizar por vários motivos. Um desses era a incompatibilidade com um trabalho intensivo, regular e obrigatório, como pretendidos pelos europeus. Não eram vadios ou preguiçosos, apenas faziam o que era necessário à sua sobrevivência. Nada difícil em épocas de abundância de peixes, frutas e animais. Eles empregavam grande parte de sua energia nos rituais e nas guerras. Noções como a de produtividade eram estranhas ao entendimento deles. Outras formas de resistência foram as fugas, a guerra e a recusa ao trabalho compulsório. Outro fator importante que desestimulou a escravização indígena foi a catástrofe demográfica, pois eles não tinham defesa biológica contra as doenças europeias como sarampo, varíola, gripe. Outro fator foi o conhecimento indígena dos relevos, das terras americanas, posto que o interior permanecia quase inexplorado pelos invasores portugueses. Isso facilitou uma maior organização de ataques contra as fazendas e fortes portugueses distribuídos ao longo da faixa litorânea brasileira. Além disso, a partir de um certo momento, a própria Igreja Católica passou, através principalmente dos jesuítas, a fazer um trabalho de catequização junto aos índios, dificultando aos comerciantes e colonos portugueses a escravização dos nativos. Isso provocou inúmeros atritos entre os padres e os colonos. Mas não significa que os padres tratavam os índios com respeito, muito menos no que se refere à cultura indígena. A cultura dos índios, suas crenças religiosas eram consideradas pelos padres inferior se comparadas à cristã. Os padres chegavam mesmo a duvidar que os índios fossem pessoas.
FONTE:
ALUNOS:
Victória
Rubens
Marcello
Vinícius

A pecuária e o trabalho livre na colônia

As relações de trabalho na América Portuguesa

A pecuária e o trabalho livre na colônia
A pecuária chegou ao Brasil no século XVI, na época das capitanias hereditárias, por Tomé de Sousa, encontrando condições favoráveis ao seu desenvolvimento. Esta veio com o propósito de transportar cargas e pessoas, e de movimentar os engenhos com os chamados trapiches (força motriz).


No século XVII, com o maior desenvolvimento da cidade de Salvador, o gado foi, naturalmente, levado a regiões mas afastadas: da Praia do Forte até a região de Feira de Santana (referências atuais).
Além disso, a pecuária estava vinculada à economia de subsistência, fornecia couros e carnes para o consumo interno das grandes propriedades. Esse foi um grande passo para o começo da primeira grande comercialização interna da colônia.


Fator essencial no povoamento de novas terras, o gado, no início, era propriedade dos donos de engenho e somente em meados do século XVII surgiu a figura do proprietário da fazenda de gado.
Foi nessa época, também, que o gado tomou a direção do interior, com uma estrutura baseada na grande propriedade, no trabalho livre e assalariado e na técnica extensiva.
Com a descoberta do ouro:
No Sul, as primeiras fazendas de gado datam do início do século XVIII e o consumo de charque (carne-seca) integrou a região econômicamente ao resto da Colônia, principalmente ao Sudeste (então na prosperidade do ouro). No Nordeste, a pecuária, durante a fase aurífera, se estendeu pelo São Francisco (que ficou conhecido como Rio dos Currais), pois o comércio se concentrava em Minas, e o São Francisco era ótimo: tanto para a criação quanto para a venda.

FONTE:

http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=302
http://www.coladaweb.com/historia-do-brasil/pecuaria-no-brasil-colonial
http://historia.campus2.vilabol.uol.com.br/Brasil/Brcoln.html

ALUNO:

Emanuell

Erick

Saulo

Ana Clara

segunda-feira, 22 de março de 2010

Visitando Museus


Na sexta feira,19 de março, os alunos do 7º ano, juntamente com as turmas do 5º e 6º anos, visitaram o Museu de Ciências Naturais da PUC - M.G. e também ao Museu de Artes e Ofícios de Belo Horizonte.
















segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Transição feudal-capitalista

Oi turma,

Quero propôr uma atividade para que possamos entender melhor o conteúdo do novo capítulo que fala sobre as relações políticas depois da Idade Média, não é mesmo?
Fizemos atividades em grupo na sala de aula e depois um debate, agora vamos fazer uma atividade virtual utilizando as informações aqui do blog.

Vimos que durante a Baixa Idaade Média, a Europa passou por várias transformações socioeconômicas devido a expansão do comércio e o surgimento da burguesia. Porém, no século XIV, a Europa enfrentou uma série de problemas como a fome, epidêmias, guerras, alta dos preços dos alimentos e revoltas camponesas, além do esgotamento das fontes de metais preciosos, caracterizando a crise do feudalismo.

Assista a animação abaixo e veja de uma forma bem divertida como ocorreu a transição feudal-capitalista.



Fonte:You Tube



Há muitas semelhanças entre o que você estudou no livro didático e a história do vídeo acima.
Registre em seu caderno os pontos em comum entre a matéria estudada em sala de aula e o vídeo "Navegantes"

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Feira nde Cultura CEPFS 2009


Visitantes deixaram o nome assinado no quadro



A 6ª Série apresentou o tema "EVOLUÇÃO:A CRIATIVIDADE DA VIDA", abordando os 200 anos de nascimento de Charles Darwin.



Banner - Foto: Licínio Filho


Encenação de uma entrevista com Charles Drawin e Lamark

Rubens como Lamark sendo
entrevistado por Vinícius Fernandes


Darwin (Thyago) e Lamark debatem suas teorias
na presença do entrevistador (Vinícius)


Darwin sendo entrevistado


sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Reforma & Contra - Reforma (Repostagem)

Olá pessoal,

estamos finalizando nossos estudos sobre a Reforma Protestante. Então, organizei esta postagem para podermos aprofundar um pouco mais neste tema. Para isso, proponha a seguinte atividade de pesquisa: Siga as orientaçoes a seguir e registre o que for pedido em seu caderno.

Clique sobre a figura abaixo e procure informações sobre Lutero e a Reforma comandada por ele.
Procure saber quem foi Lutero, o que ele criticava, quais eram suas principais idéias, quem o apoiou e como a Igreja Católica reagiu às suas criticas. Não se esqueça de registrar em seu caderno








Outro importante reformador da igreja foi João Calvino.
Saiba sobre sua vida e suas idéias clicando na figura ao lado.





Na Inglaterra, o rei Henrique VIII também promoveu uma reforma. Saiba os motivos que levaram este rei a romper com a Igreja Católica, clicando sobre a imagem abaixo:

Rei Henrique VIII







A Igreja Católica não aceitou com facilidade a expamsão das novas religiões protestantes e organizou a Contra-Reforma, também conhecida como Reforma Católica. Saiba o que foi a Contra-Reforma e suas principais determinações, clicando na imagem ao lado.





sábado, 23 de maio de 2009

Expansão Marítima Européia

Oi turma,
nesta postagem iremos conhecer o processo de expansão marítima européia a partir do século XV. Leia os textos abaixo e siga todas as orientações, registrando em seu caderno as atividades propostas. Em sala de aula dialogaremos mais sobre este tema. Bom trabalho a todos.

Abraços,

Licínio


A crise do século XIV trouxe à tona uma série de problemas, dentre eles, a crise comercial. Com a baixa capacidade produtiva no campo, reduzia-se a oferta de alimentos por toda parte,o esgotamento das jazidas de metais preciosos reduziu a circulação monetária, a população camponesa também não tinha condições econômicas para consumir os produtos artesanais vindos das cidades. O lucrativo comércio das especiarias reduziu-se drasticamento, devido ao empobrecimento da nobreza, principal consumidora destes produtos. A paralização do comércio na bacia do Mar Mediterrâneo, em 1453, com a queda de Constantinopla, invadida pelos Turcos Otomanos, agravou ainda mais este quadro de crise econômica.

Para solucionar estes problemas, os soberanos de alguns Estados Nacionais Europeus se lançaram em um projeto expansionista, que buscava, através de novas rotas comerciais marítimas, explorar novos mercados, que oferecessem alimentos e outros produtos baratos, e que também comsumissem os produtos originários da Europa.

Empreitada complexa, exigia altos investimentos e a união de esforços dos grupos sociais interessados na superação da grave crise instalada na Europa.

Clique na imagem abaixo e registre em seu caderno informações sobre os tópicos a seguir:

  • Fatores que provocaram a expansão;
  • Objetivos da expansão;
  • Razões do pioneirismo português.


domingo, 19 de abril de 2009

As relações políticas na Europa após a Idade Média

Olá pessoal,
Iremos começar um novo capítulo que tratará das mudanças nas relações políticas na Europa após a Idade Média. Como vimos no final do capítulo anterior, a crise do século XIV abalou profundamente a Europa e era preciso encontrar uma saída para aquele quadro de crise.
Os Senhores Feudais haviam se enfraquecido e não estavam em condições para reorganizar a Europa, a saída foi centralizar o poder nas mãos do rei para que ele pudessem atender aos interesses dos grupos que o apoiavam.
Vocês irão anotar no caderno as principais características do Absolutismo apresentadas nesta postagem.

A Coroa:símbolo do Absolutismo.


Observe o esquema abaixo:

Conceito de Absolutismo:
Entende-se por Absolutismo, o processo de centralização política nas mãos do rei. É resultado da evolução política das Monarquias Nacionais, surgidas na Baixa Idade Média; fruto da aliança rei - burguesia.

Fatores que contribuíram para o surgimento do Absolutismo:

1.Aliança rei - burguesia:
A burguesia possuía um interesse econômico na centralização do poder político: a padronização monetária, dos pesos e medidas. Adoção de mecanismos protecionistas, garantindo a expansão das atividades comerciais; a adoção de incentivos comerciais contribuía para o enfraquecimento da nobreza feudal e este enfraquecimento-em contrapartida- garantia a supremacia política do rei.

2.Reformas Religiosas:
A decadência da Igreja Católica e a falência do poder papal contribuíram para o fortalecimento do poder real.
Durante a Idade Média, o poder estava dividido em três esferas:
-poder local, exercido pelo nobreza medieval;
-poder nacional, exercido pela Monarquia;
-poder universal, exercido pelo Papado.

Assim, o processo de aliança rei -burguesia auxiliou no enfraquecimento do poder local; as reformas religiosas minaram o poder universal colaborando para a consolidação do poder real.

3.Elementos Culturais:
O desenvolvimento do estudo de Direito nas universidades e a preocupação em legitimar o poder real. O Renascimento Cultural contribuiu para um retorno ao Direito Romano.

Fonte: Mundo do Vestibular

sábado, 28 de fevereiro de 2009

As várias formas de Monopólio

Olá pessoal,

dando sequência aos nossos estudos vamos entender como de desenvolveram várias práticas monopolistas no mundo capitalista. Para tanto precisaremos entender como se desenvolveu este processo. Iremos viajar no tempo, até o século XIX, quando o mundo vivia o fenômeno da Segunda Revolução Industrial e concorrência por novos mercados consumidores se tornava cada vez mais acirrada. Clique na imagem ao lado para entender este processo. Faça um resumo e registre em seu caderno.
Como podemos observar, a competição entre as grandes empresas dos países industrializados gerou a necessidade de se criar mecanismos para se controlar mercados consumidores locais, nacionais e mundiais. Estes mecanismos, com o passar do tempo, se tornaram cada vez mais complexos, como Cartéis, Trustes e Holdings. A imagem abaixo lhe dará acesso a uma página onde você encontrará informações que o ajudarão a entender como funciona estas práticas monopolistas. Registre tudo em seu caderno



sábado, 14 de fevereiro de 2009

As Relações Econômicas e Sociais no Mundo Capitalista Atual

Olá pessoal,
em nosso primeiro capítulo do livro de história estamos conhecendo um pouco mais sobre as relações econômicas e sociais no mundo capitalista atual. Sabemos também, através do noticiário, que o mundo enfrenta uma grave crise econômica que trará consequências sociais muito sérias.

Nesta postagem vamos encontrar informações que nos farão entender melhor o que está acontecendo. Então, vamos nessa, siga as orientações abaixo e registe o que for pedido em seu caderno.Se encontrar algum dado que lhe chamou a atenção registre-o também, em sala discutiremos os resultados deste trabalho.

Ah... as dúvidas também devem ser registradas e apresentadas em sala de aula.

Primeiro vamos procurar entender a crise que atualmente afeta a economia mundial.Clique na imagem abaixo, leia a respeito do assunto e faça um registro no seu caderno sobre o que você entendeu das informações obtidas.


Agora, vamos entender como essa crise pode afetar a economia brasileira.Clique na imagem abaixo e você terá acesso a uma materia josrnalística sobre este assunto.


Diante dos graves problemas econômicos governates e grandes capitalistas se reuniram na cidade de Davos, na Suiça, para buscar uma solução para a crise. Veja o que foi discutido em Davos clicando na imagem abaixo:


Se em Davos, a elite econômica mundial se reune para tratar de assuntos de seu interesse, no Brasil se realizou o Fórum Social Mundial na cidade de Belém, capital do estado do Pará, região amazônica. Os objetivos do Fórum Social Mundial é buscar alternativas para o modelo econômico capitalista. Saiba sobre o que foi discutido no Fórum Econômico Mundial 2009 clicando na próxima imagem.


segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Sejam todos bem-vindos!

Olá pessoal,
já não via a hora de recebê-los por aqui. Este espaço foi criado para que, juntos, possamos construir nosso conhecimento e compartilhar opiniões e experiências. Agora que chegamos à 6ª série novos conhecimentos nos serão apresentados,espero que todos possam tirar o melhor proveito das postagens que produziremos aqui.
Que tal convidar seus familiares e amigos para conhecerem este blog?

Sejam todos bem-vindos!
Abraços,

Prof. Licínio

Pois bem, gostaria de falar um pouco sobre o uso da internet.Todos nós adoramos navegar na rede, porém, existem perigos também no mundo virtual. Pessoas maliciosas aproveitam-se da ingenuidade das pessoas, especialmente das crianças, para enganá-las, por isso temos que ficar atentos.

Para nos ensinar a nos protegermos destas pessoas maliciosas muitas instituições gorvenamentais e não-governamentais estão promovendo o "DIA DA INTERNET SEGURA" 2009, no dia 10 de fevereiro.

Assista ao vídeo abaixo sobre o "DIA DA INTERNET SEGURA 2009"



Gostou do vídeo? Se você quiser ter mais informações sobre o
"DIA DA INTERNET SEGURA 2009",clique aqui.



Veja também o vídeo abaixo sobre o uso responsável da internet.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Boas Festas!!!



Olá pessoal, desejo a todos um Feliz Natal
e Próspero Ano Novo!!!!!


domingo, 9 de novembro de 2008

A Primeira Revolução Industrial

Olá turma,

neste novo capítulo estamos estudando sobre a Primeira Revolução Industrial, ocorrida na Inglaterra, no decorrer do séculoXVIII. Vimos em nossos livro que a Inglaterra reunia naquele momento histórico as condições favoráveis para promover o processo de industrialização.

Nesta postagem, quero apresentar alguns dos eventos e inventos que fizeram da Inglaterra o primeiro país industrializado da história. Então, observe as informações a seguir e siga as orientações da postagem.



Mudanças na agricultura demonstravam que os avanços tecnológicos não eram exclusividade do setor fabril. Um agricultor chamado Jethro Tull foi responsável por uma grande transformação na agricultura. Clique na imagem abaixo e saiba qual foi a grande contribuição deste homem para a produção agrícola inglesa.

Jethro Tull


sábado, 25 de outubro de 2008

Colonização do Brasil

Como vimos em nosso livro didático, a partir de 1530, Portugal iníciou o processo de colonização das terras brasileiras, implantando por aqui o sistema de Capitânias Hereditárias. Clique na imagem abaixo desenvolva a seguinte pesquisa:


1º) Explique como funcionava o sistema de Capitânias Hereditárias e Sesmarias


Donatários das capitanias hereditárias

Aires da Cunha, navegador – 1ª capitania do Maranhão

Fernando Álvares de Andrade, tesoureiro-mor do reino – 2ª capitania do Maranhão

Antônio Cardoso de Barros, cavaleiro-fidalgo – Ceará

João de Barros, feitor e tesoureiro da Casa da Índia – Rio Grande

Pero Lopes de Sousa, navegador – Itamaracá

Duarte Coelho, soldado da Ásia e navegador – Pernambuco ou Nova Lusitânia

Francisco Pereira Coutinho, soldado da Índia – Bahia de Todos os Santos

Jorge de Figueiredo Correia, escrivão da fazenda – Ilhéus

Pero do Campo Tourinho, rico proprietário e navegador – Porto Seguro

Vasco Fernandes Coutinho, soldado do Oriente – Espírito Santo

Pero de Góis, participante da espedição de Martin Afonso de Souza – São Tomé

Martim Afonso de Souza, chefe da primeira missão colonizadora portuguesa – São Vicente

Pero Lopes de Sousa, navegador – Santo Amaro

Pero Lopes de Sousa, navegador – Santana
Clique no mapa abaixo e pesquise sobre o funcionamento da economia do Brasil Colônia. Identifique como funcionava a atividade açucareira
Registre os resultados de sua pesquisa em seu caderno

Fonte:historianet

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

A Colonização das Américas

Olá pessoal,
estamos começando mais uma unidade de nosso livro didático. Agora estudaremos sobre a chegada dos europeus às Américas. Leia o texto abaixo:

"A América foi inicialmente povoada por índios durante milhares de anos e em todo o continente se desenvolveram civilizações importantes, como os maias, astecas e incas. Apesar dos vikings terem explorado e estabelecido bases nas costas da América do Norte a partir do século X, estes exploradores aparentemente não colonizaram a América, limitando-se a tentar controlar o comércio de peles de animais e outras mercadorias da região.

A colonização da América pelos europeus resultou da procura de uma rota marítima para a Índia, que era a fonte da seda e das especiarias, produtos que tinham um grande valor comercial no “velho continente”. Ao navegarem para oeste, encontraram o “Novo Mundo”."

Fonte: wikipedia

A chegada de Colombo ao Novo Mundo, as Américas

A presença espanhola nas Américas, a partir do processo de colonização foi marcada pela violência e exploração dos povos pré- colombianos, também chamados de ameríndios. A descoberta de ouro e prata fez com que os espanhóis utilizassem em larga escala ma mão - de - obra indígena, abundante no Novo Mundo. Conheça algumas formas de exploração do trabalho indígena na América Espanhola, clicando na imagem abaixo. Registre em seu caderno as principais formas de exploração da mão - de - obra indígena na América Espanhola.

Castigos impostos aos indígenas que

não aceitavam a dominação espanhoça

quarta-feira, 9 de julho de 2008