
O blog do 7º ano (antiga 6ª série) do CEPFS. Projeto desenvolvido pelo professor Licínio Filho com o objetivo de estimular a interatividade entre alunos, escola e família através do uso de novas tecnologias.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Boas Vindas.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010
O Papel dos Escravos na Produção do Açúcar
De fato, nas centenas de anos do Brasil colonial, índios e, principalmente, africanos trabalharam muito. Eles deram inicio a tudo o que existe atualmente em nossa terra.O trabalho em geral feito nos engenhos de açúcar era feitos por escravos, desde a plantação a colheita da cana de açúcar, na separação do bagaço, no comando da fabricação da rapadura, na embalagem dos produtos, no transporte e na comercialização do açúcar.
Durante séculos, as principais atividades existentes na colônia eram desenvolvidas nos engenhos de açúcar, porem para que o açúcar fosse desenvolvido no Brasil, os portugueses precisavam passar a morar na America Portuguesa, formar povoados, criar fazendas, construir engenhos para fabricar açúcar, já que existia terra em abundancia. O problema era derrubar a mata, ter trabalhadores suficientes e permanentes para plantar, cortar e transformar a cana em açúcar.
Alguns colonos possuíam poucas terras,poucos escravos e pequenas plantações.Não tinham como industrializar a cana.Mas outros,bem mais ricos,alem de adquirirem grandes extensões de terras e comprassem inúmeros escravos,tinham dinheiro suficiente para mandar construir o engenho.Os colonos pobres,no momento da colheita,levavam a cana para os engenhos,dando uma parte do açúcar produzido como pagamento pelo uso dos equipamentos.
O engenho era formado por um conjunto de edificações, em geral próximas umas das outras. Ali a cana -matéria prima- seria transformada no produto a ser comercializado: o açúcar. Inicialmente, a palavra engenho designava apenas as instalações onde se dava o trabalho com a cana. Com o passar do tempo,passou a designar toda a propriedade açucareira,com os edifícios,as terras e as lavouras.
A casa-grande, residência do proprietário, servia ao mesmo tempo como fortaleza, moradia e escritório. De lá, o senhor de engenho administrava a sua propriedade. Os escravos,por outro lado dividiam entre si as péssimas condições higiênicas de um grande galpão chamado senzala,onde descansavam nas poucas horas de repouso.
Nos engenhos de açúcar, a cana era plantada em grandes propriedades. Começava-se pela derrubada da floresta e pela limpeza e preparo do solo, aonde iria se plantar a cana. Não havia a preocupação pela a preservação, pela melhoria ou pela recuperação do solo. Não era utilizada adubação.
Quando uma área de terra não produzia satisfatoriamente, era abandonada e fazia-se nova derrubada de mata. Não havia problema para isso,pois existia muita terra disponível.
Para o cultivo da cana e produção do açúcar era também necessário conseguir trabalhadores em grande quantidade. Como os colonizadores não queriam pagar salários, pois assim gastariam menos com a produção de açúcar e seu lucro seria maior, a solução encontrada foi o trabalho escravo. Os escravos africanos já eram muito usados na Europa. Os traficantes,que ganhavam muito dinheiro com o comercio de escravos,viam na utilização do trabalho escravo uma maneira de aumentar as suas vendas e seus lucros.Portanto,o emprego de escravos africanos dava lucro tanto aos colonizadores quanto aos traficantes.
Produção de açúcar: Um processo basicamente manual, mas complexo.
No momento certo, a cana era cortada, carregada em carros de boi e transportada para a moenda, onde era esmagada. A moenda podia ser movida por força humana, tração animal ou por água de rio. Era composta de grossos rolos de madeira que giravam,esmagando a cana colocada entre eles.
O caldo era levado para a caldeira, onde fervia ate ficar bem grosso, como uma pasta. Essa pasta era transferida para a casa de purgar, em moldes de barro com um formato aproximado de um cone, com um buraco no fundo. Nesses moldes,descansava por vários dias,ate que quase todo o liquido escorresse pelo furo.O açúcar tomava então o aspecto de um pão seco e duro.Os pães de açúcar eram enviados à Europa,onde o produto era refinado e vendido aos consumidores.
(Todo o trabalho mencionado era feito exclusivamente pelos escravos, com exceções apenas do envio do açúcar para a Europa, o seu refinamento e a venda para os consumidores na Europa.)
A economia Colonial.
A base da economia era o engenho de açúcar. O senhor de engenho era um fazendeiro proprietário da unidade de produção de açúcar. Utilizava a mão-de-obra africana escrava e tinha como objetivo principal a venda do açúcar para o mercado europeu.
As plantações ocorriam no sistema de plantation, ou seja, eram grandes fazendas produtoras de um único produto, utilizando a mão-de-obra escrava visando o comercio exterior.
O Pacto Colonial imposto por Portugal estabelecia que o Brasil só pudesse fazer comercio com a metrópole.
Links:
http://palma1.no.sapo.pt/acucarbr.htm
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/brasil-colonia/sociedade-acucareira-no-brasil-colonial.php
http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil_Col%C3%B4nia
A Sociedade Mineradora
Por outro lado, crescia na capitania real o número de indivíduos sujeitos às ocupações incertas. Vivendo na pobreza, na promiscuidade e muitas vezes no crime, não tinham posição definida na sociedade mineradora. Esta camada causava constante inquietação aos governantes. Ela era geralmente composta por homens livres: alguns brancos, mestiços ou escravos que haviam conseguido alforria.
O Estado, percebendo a necessidade de agir junto a essa população incapaz de prover seu próprio sustento, associou a repressão à "utilidade". O encargo que eventualmente representava transformava-se, através do castigo, em trabalhos diversos e, conseqüentemente, em "utilidade".
Esta população, entendida como de "vadios", recrutada à força ou em troca de alimento, foi utilizada em tarefas que não podiam ser executadas pelos escravos, necessários ao trabalho da empresa mineradora. Era freqüente a ocupação destes que eram vistos como desclassificados sociais na construção de obras públicas como presídios, Casa da Câmara, entre outras. Também compuseram corpos de guarda e de polícia privada dos "Grandes" da sociedade mineradora, ou ainda empregavam-se como capitães-do-mato. Em outras situações, como na disputa pela posse da Colônia do Sacramento, participaram dos grupos militares que guardavam as fronteiras do Sul.
Os escravos, ali como de resto em toda a Colônia, representavam a força de trabalho sobre a qual repousava a vida econômica da real capitania das Minas Gerais. Vivendo mal-alimentados, sujeitos a castigos e atos violentos, constituíam a parcela mais numerosa da população daquela região. Isto gerava uma constante preocupação para as autoridades já que, apesar da repressão cruel, não eram raras as tentativas de levantes escravos e a formação de quilombos, como o do Ambrósio e o Quilombo Grande. A destruição de ambos, em 1746 e 1759 respectivamente, não impediu que ocorressem outras fugas e a formação de novos quilombos.
http://www.coladaweb.com/historia-do-brasil/a-mineracao-no-brasil-colonialhttp://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=302 http://portalmultirio.rio.rj.gov.br/historia/modulo01/sociedade_mineradora.html
terça-feira, 28 de setembro de 2010
O trabalho escravo africano na América Portuguesa

-Casa grande : onde morava o senhor do engenho e sua família e é a sede do latifúndio
-Moradia:onde moravam os trabalhadores livres do engenho
-Casa de purgar: onde a garapa ficava fermentando para se tornar açúcar
-Caldeira: onde a garapa era fervida
-Moenda: onde a cana era moída para obter o caldo
-Senzala: local onde ficavam escravos africanos que eram a principal mão de obra do engenho.

-Mineração : técnica em que buscamos ouro de aluvião ( pepitas misturadas aos cascalhos e areias ou depositadas no fundo dos rios sendo de fácil extração)
-Lavras : Exploração do ouro presente nas encostas de morros e barrancos que exigiam investimentos de maior vulto ( mais trabalhadores )
-Faiscação : Pequena extração realizada por poucos indivíduos e que empregava poucos instrumentos .


As mulheres negras também sofreram muito com a escravidão, embora os senhores de engenho utilizassem esta mão-de-obra, principalmente, para trabalhos domésticos. Cozinheiras, arrumadeiras e até mesmo amas de leite foram comuns naqueles tempos da colônia.
Na agricultura, muitos escravos foram utilizados também no cultivo de tabaco, algodão e café, por exemplo.
Os escravos domésticos - como indica o próprio nome - trabalhavam nas casas de seus senhores, realizando serviços como cozinhar e costurar. Existiram ainda casos de escravos que prestavam serviços remunerados e deveriam pagar parcela de sua renda ao seu proprietário, os chamados “escravos ao ganho”, além de escravos que eram alugados pelos seus senhores para desenvolver algum ofício (pedreiro, carpinteiro, cozinheiro, ama de leite) a um terceiro, sendo assim “escravos de aluguel”. Estes dois últimos tipos de escravos desenvolviam suas tarefas geralmente nos espaços urbanos.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Escravid%C3%A3o_no_Brasil#O_trabalho_dos_escravos
http://www.suapesquisa.com/colonia/
http://www.coladaweb.com/historia-do-brasil/escravidao-no-brasil-(2)
A ESCRAVIZAÇÃO DOS NATIVOS NA AMÉRICA PORTUGUESA

Os índios sofreram violência cultural, epidemias e mortes. Eles eram difíceis de escravizar por vários motivos. Um desses era a incompatibilidade com um trabalho intensivo, regular e obrigatório, como pretendidos pelos europeus. Não eram vadios ou preguiçosos, apenas faziam o que era necessário à sua sobrevivência. Nada difícil em épocas de abundância de peixes, frutas e animais. Eles empregavam grande parte de sua energia nos rituais e nas guerras. Noções como a de produtividade eram estranhas ao entendimento deles. Outras formas de resistência foram as fugas, a guerra e a recusa ao trabalho compulsório. Outro fator importante que desestimulou a escravização indígena foi a catástrofe demográfica, pois eles não tinham defesa biológica contra as doenças europeias como sarampo, varíola, gripe. Outro fator foi o conhecimento indígena dos relevos, das terras americanas, posto que o interior permanecia quase inexplorado pelos invasores portugueses. Isso facilitou uma maior organização de ataques contra as fazendas e fortes portugueses distribuídos ao longo da faixa litorânea brasileira. Além disso, a partir de um certo momento, a própria Igreja Católica passou, através principalmente dos jesuítas, a fazer um trabalho de catequização junto aos índios, dificultando aos comerciantes e colonos portugueses a escravização dos nativos. Isso provocou inúmeros atritos entre os padres e os colonos. Mas não significa que os padres tratavam os índios com respeito, muito menos no que se refere à cultura indígena. A cultura dos índios, suas crenças religiosas eram consideradas pelos padres inferior se comparadas à cristã. Os padres chegavam mesmo a duvidar que os índios fossem pessoas.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Escravid%C3%A3o_no_Brasil
http://portalmultirio.rio.rj.gov.br/historia/modulo01/esc_indigena.htmlhttp://www.achetudoeregiao.com.br/atr/Escravidao_no_Brasil.htm
A pecuária e o trabalho livre na colônia
A pecuária e o trabalho livre na colônia
A pecuária chegou ao Brasil no século XVI, na época das capitanias hereditárias, por Tomé de Sousa, encontrando condições favoráveis ao seu desenvolvimento. Esta veio com o propósito de transportar cargas e pessoas, e de movimentar os engenhos com os chamados trapiches (força motriz).
No século XVII, com o maior desenvolvimento da cidade de Salvador, o gado foi, naturalmente, levado a regiões mas afastadas: da Praia do Forte até a região de Feira de Santana (referências atuais).
Além disso, a pecuária estava vinculada à economia de subsistência, fornecia couros e carnes para o consumo interno das grandes propriedades. Esse foi um grande passo para o começo da primeira grande comercialização interna da colônia.
Fator essencial no povoamento de novas terras, o gado, no início, era propriedade dos donos de engenho e somente em meados do século XVII surgiu a figura do proprietário da fazenda de gado.
Foi nessa época, também, que o gado tomou a direção do interior, com uma estrutura baseada na grande propriedade, no trabalho livre e assalariado e na técnica extensiva.
Com a descoberta do ouro:
No Sul, as primeiras fazendas de gado datam do início do século XVIII e o consumo de charque (carne-seca) integrou a região econômicamente ao resto da Colônia, principalmente ao Sudeste (então na prosperidade do ouro). No Nordeste, a pecuária, durante a fase aurífera, se estendeu pelo São Francisco (que ficou conhecido como Rio dos Currais), pois o comércio se concentrava em Minas, e o São Francisco era ótimo: tanto para a criação quanto para a venda.
FONTE:
http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=302
http://www.coladaweb.com/historia-do-brasil/pecuaria-no-brasil-colonial
http://historia.campus2.vilabol.uol.com.br/Brasil/Brcoln.html
ALUNO:
Emanuell
Erick
Saulo
Ana Clara
segunda-feira, 22 de março de 2010
Visitando Museus
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Transição feudal-capitalista
Fizemos atividades em grupo na sala de aula e depois um debate, agora vamos fazer uma atividade virtual utilizando as informações aqui do blog.
Vimos que durante a Baixa Idaade Média, a Europa passou por várias transformações socioeconômicas devido a expansão do comércio e o surgimento da burguesia. Porém, no século XIV, a Europa enfrentou uma série de problemas como a fome, epidêmias, guerras, alta dos preços dos alimentos e revoltas camponesas, além do esgotamento das fontes de metais preciosos, caracterizando a crise do feudalismo.
Fonte:You Tube
Há muitas semelhanças entre o que você estudou no livro didático e a história do vídeo acima.
Registre em seu caderno os pontos em comum entre a matéria estudada em sala de aula e o vídeo "Navegantes"
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Feira nde Cultura CEPFS 2009
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Reforma & Contra - Reforma (Repostagem)
estamos finalizando nossos estudos sobre a Reforma Protestante. Então, organizei esta postagem para podermos aprofundar um pouco mais neste tema. Para isso, proponha a seguinte atividade de pesquisa: Siga as orientaçoes a seguir e registre o que for pedido em seu caderno.
Procure saber quem foi Lutero, o que ele criticava, quais eram suas principais idéias, quem o apoiou e como a Igreja Católica reagiu às suas criticas. Não se esqueça de registrar em seu caderno


Saiba sobre sua vida e suas idéias clicando na figura ao lado.
Rei Henrique VIII
sábado, 23 de maio de 2009
Expansão Marítima Européia
Abraços,
Licínio
A crise do século XIV trouxe à tona uma série de problemas, dentre eles, a crise comercial. Com a baixa capacidade produtiva no campo, reduzia-se a oferta de alimentos por toda parte,o esgotamento das jazidas de metais preciosos reduziu a circulação monetária, a população camponesa também não tinha condições econômicas para consumir os produtos artesanais vindos das cidades. O lucrativo comércio das especiarias reduziu-se drasticamento, devido ao empobrecimento da nobreza, principal consumidora destes produtos. A paralização do comércio na bacia do Mar Mediterrâneo, em 1453, com a queda de Constantinopla, invadida pelos Turcos Otomanos, agravou ainda mais este quadro de crise econômica.
Para solucionar estes problemas, os soberanos de alguns Estados Nacionais Europeus se lançaram em um projeto expansionista, que buscava, através de novas rotas comerciais marítimas, explorar novos mercados, que oferecessem alimentos e outros produtos baratos, e que também comsumissem os produtos originários da Europa.
- Fatores que provocaram a expansão;
- Objetivos da expansão;
- Razões do pioneirismo português.
domingo, 19 de abril de 2009
As relações políticas na Europa após a Idade Média
Os Senhores Feudais haviam se enfraquecido e não estavam em condições para reorganizar a Europa, a saída foi centralizar o poder nas mãos do rei para que ele pudessem atender aos interesses dos grupos que o apoiavam.
Vocês irão anotar no caderno as principais características do Absolutismo apresentadas nesta postagem.
Observe o esquema abaixo:
A burguesia possuía um interesse econômico na centralização do poder político: a padronização monetária, dos pesos e medidas. Adoção de mecanismos protecionistas, garantindo a expansão das atividades comerciais; a adoção de incentivos comerciais contribuía para o enfraquecimento da nobreza feudal e este enfraquecimento-em contrapartida- garantia a supremacia política do rei.
2.Reformas Religiosas:
A decadência da Igreja Católica e a falência do poder papal contribuíram para o fortalecimento do poder real.
Durante a Idade Média, o poder estava dividido em três esferas:
-poder local, exercido pelo nobreza medieval;
-poder nacional, exercido pela Monarquia;
-poder universal, exercido pelo Papado.
Assim, o processo de aliança rei -burguesia auxiliou no enfraquecimento do poder local; as reformas religiosas minaram o poder universal colaborando para a consolidação do poder real.
3.Elementos Culturais:
O desenvolvimento do estudo de Direito nas universidades e a preocupação em legitimar o poder real. O Renascimento Cultural contribuiu para um retorno ao Direito Romano.
Fonte: Mundo do Vestibular
sábado, 28 de fevereiro de 2009
As várias formas de Monopólio
Olá pessoal,Como podemos observar, a competição entre as grandes empresas dos países industrializados gerou a necessidade de se criar mecanismos para se controlar mercados consumidores locais, nacionais e mundiais. Estes mecanismos, com o passar do tempo, se tornaram cada vez mais complexos, como Cartéis, Trustes e Holdings. A imagem abaixo lhe dará acesso a uma página onde você encontrará informações que o ajudarão a entender como funciona estas práticas monopolistas. Registre tudo em seu caderno

sábado, 14 de fevereiro de 2009
As Relações Econômicas e Sociais no Mundo Capitalista Atual
Nesta postagem vamos encontrar informações que nos farão entender melhor o que está acontecendo. Então, vamos nessa, siga as orientações abaixo e registe o que for pedido em seu caderno.Se encontrar algum dado que lhe chamou a atenção registre-o também, em sala discutiremos os resultados deste trabalho.
Ah... as dúvidas também devem ser registradas e apresentadas em sala de aula.

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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Sejam todos bem-vindos!
já não via a hora de recebê-los por aqui. Este espaço foi criado para que, juntos, possamos construir nosso conhecimento e compartilhar opiniões e experiências. Agora que chegamos à 6ª série novos conhecimentos nos serão apresentados,espero que todos possam tirar o melhor proveito das postagens que produziremos aqui.
Que tal convidar seus familiares e amigos para conhecerem este blog?
Sejam todos bem-vindos!
Abraços,
Prof. Licínio
Pois bem, gostaria de falar um pouco sobre o uso da internet.Todos nós adoramos navegar na rede, porém, existem perigos também no mundo virtual. Pessoas maliciosas aproveitam-se da ingenuidade das pessoas, especialmente das crianças, para enganá-las, por isso temos que ficar atentos.
Para nos ensinar a nos protegermos destas pessoas maliciosas muitas instituições gorvenamentais e não-governamentais estão promovendo o "DIA DA INTERNET SEGURA" 2009, no dia 10 de fevereiro.
Gostou do vídeo? Se você quiser ter mais informações sobre o
"DIA DA INTERNET SEGURA 2009",clique aqui.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
domingo, 9 de novembro de 2008
A Primeira Revolução Industrial
neste novo capítulo estamos estudando sobre a Primeira Revolução Industrial, ocorrida na Inglaterra, no decorrer do séculoXVIII. Vimos em nossos livro que a Inglaterra reunia naquele momento histórico as condições favoráveis para promover o processo de industrialização.
Nesta postagem, quero apresentar alguns dos eventos e inventos que fizeram da Inglaterra o primeiro país industrializado da história. Então, observe as informações a seguir e siga as orientações da postagem.
Mudanças na agricultura demonstravam que os avanços tecnológicos não eram exclusividade do setor fabril. Um agricultor chamado Jethro Tull foi responsável por uma grande transformação na agricultura. Clique na imagem abaixo e saiba qual foi a grande contribuição deste homem para a produção agrícola inglesa.
sábado, 25 de outubro de 2008
Colonização do Brasil

Aires da Cunha, navegador – 1ª capitania do Maranhão
Fernando Álvares de Andrade, tesoureiro-mor do reino – 2ª capitania do Maranhão
Antônio Cardoso de Barros, cavaleiro-fidalgo – Ceará
João de Barros, feitor e tesoureiro da Casa da Índia – Rio Grande
Pero Lopes de Sousa, navegador – Itamaracá
Duarte Coelho, soldado da Ásia e navegador – Pernambuco ou Nova Lusitânia
Francisco Pereira Coutinho, soldado da Índia – Bahia de Todos os Santos
Jorge de Figueiredo Correia, escrivão da fazenda – Ilhéus
Pero do Campo Tourinho, rico proprietário e navegador – Porto Seguro
Vasco Fernandes Coutinho, soldado do Oriente – Espírito Santo
Pero de Góis, participante da espedição de Martin Afonso de Souza – São Tomé
Martim Afonso de Souza, chefe da primeira missão colonizadora portuguesa – São Vicente
Pero Lopes de Sousa, navegador – Santo Amaro
Pero Lopes de Sousa, navegador – Santana
Fonte:historianetsegunda-feira, 8 de setembro de 2008
A Colonização das Américas
estamos começando mais uma unidade de nosso livro didático. Agora estudaremos sobre a chegada dos europeus às Américas. Leia o texto abaixo:
"A América foi inicialmente povoada por índios durante milhares de anos e em todo o continente se desenvolveram civilizações importantes, como os maias, astecas e incas. Apesar dos vikings terem explorado e estabelecido bases nas costas da América do Norte a partir do século X, estes exploradores aparentemente não colonizaram a América, limitando-se a tentar controlar o comércio de peles de animais e outras mercadorias da região.
A colonização da América pelos europeus resultou da procura de uma rota marítima para a Índia, que era a fonte da seda e das especiarias, produtos que tinham um grande valor comercial no “velho continente”. Ao navegarem para oeste, encontraram o “Novo Mundo”."
Fonte: wikipedia
A chegada de Colombo ao Novo Mundo, as Américas
A presença espanhola nas Américas, a partir do processo de colonização foi marcada pela violência e exploração dos povos pré- colombianos, também chamados de ameríndios. A descoberta de ouro e prata fez com que os espanhóis utilizassem em larga escala ma mão - de - obra indígena, abundante no Novo Mundo. Conheça algumas formas de exploração do trabalho indígena na América Espanhola, clicando na imagem abaixo. Registre em seu caderno as principais formas de exploração da mão - de - obra indígena na América Espanhola.
Castigos impostos aos indígenas que
não aceitavam a dominação espanhoça





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